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Saúde

Trabalhos da Escola de Enfermagem UFMG são premiados no 4° Congresso de Enfermagem do Coren-MG

Por: Assessoria de Imprensa UFMG

A Escola de Enfermagem da UFMG teve dois trabalhos premiados como Destaques Acadêmicos da Enfermagem Mineira no 4° Congresso de Enfermagem do Coren-MG, realizado no início do mês. O 1º lugar ficou com o trabalho Prevalências e Fatores Associados à Realização do Teste do Pezinho no Brasil, Unidades Federativas e Capitais e em 4º lugar ficou o trabalho Angiotensina 1-7 Atenua a Gravidade da Doença do Enxerto-Versus-Hospedeiro: uma complicação crítica do transplante de medula óssea.

Teste do Pezinho

O primeiro trabalho foi orientado pela professora Ana Carolina Micheletti Gomide Nogueira de Sá e teve autoria dos estudantes do curso de graduação em Enfermagem Gabriel Soares Damaceno, Raissa Mourão Marques da Silva, Filippe Lima Cavalcante e Barbara Aguiar Carrato. Seu objetivo era analisar a prevalência e fatores sociodemográficos associados à realização de teste do pezinho até o 5° dia de vida em crianças menores de 2 anos no Brasil, nas Unidades Federativas e Capitais.

O estudo contou com a participação de 6.632 crianças com dados provenientes da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019. Os resultados mostraram que em 2019, a prevalência de realização do teste do pezinho em crianças brasileiras menores de 2 anos até o 5° dia de vida foi de 73,02%. Também se observou prevalências mais elevadas de realização do teste do pezinho em crianças da raça/cor branca (79,66%), com renda familiar de cinco ou mais salários mínimos (90,69%,), moradoras das Regiões Sul (88,52%) e Sudeste (83,53%), com posse de plano de saúde (83,98%) e residentes de áreas urbanas (75,58%).

Em relação aos Unidades Federativas, foram mais elevadas as prevalências de realização do teste do pezinho em crianças residentes do Paraná (95,75%), Distrito Federal (91,26%), São Paulo (88,24%) e Minas Gerais (83,80%). Para as capitais do país, prevalências mais elevadas de realização do teste foram identificadas nas crianças residentes de São Paulo (96,04), Curitiba (93,39%), Distrito Federal (91,26%) e Manaus (85,89%).

“O trabalho concluiu que as condições sociodemográficas e a região de residência das crianças segundo estados e capitais foram fatores associados à realização do teste do pezinho no país. As crianças brancas e com melhores condições sociodemográficas realizaram mais o teste do pezinho comparada às crianças pretas e pardas e de baixo perfil socioeconômico. Além disso, estados e capitais localizadas nas Regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste apresentaram prevalências mais elevadas de realização dos testes. Isso evidencia que desigualdades sociodemográficas e regionais influenciam na realização do teste do pezinho no Brasil, estados e capitais. Também mostra a que se torna necessário o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, bem como investimentos e o direcionamento de políticas públicas que promovam o acesso universal e equitativo ao teste do pezinho”, explicou a professora Ana Carolina.

Doença do enxerto contra o hospedeiro

Angiotensina 1-7 Atenua a Gravidade da Doença do Enxerto-Versus-Hospedeiro: uma complicação crítica do transplante de medula óssea teve coordenação da professora Barbara Maximino Rezende e autoria dos estudantes de graduação em Enfermagem Sabrina Berger da Silva e Luan Lopes Menezes, da enfermeira Caroline de Mendonça da Silva e do biomédico Thalles Peterson Mendes. O trabalho envolve a investigação da participação da molécula angiotensina 1-7 no desenvolvimento da doença do enxerto contra o hospedeiro (DECH), conhecida popularmente como rejeição do transplante de medula óssea.

Em camundongos, estudamos o efeito do tratamento com angiotensina 1-7 via bomba osmótica e o que acontece quando os receptores de ligação a essa molécula, chamados de Mas são depletados. Na ausência desse receptor, a doença é mais grave, os animais têm um escore clínico da doença mais elevado, letalidade adiantada e lesão hepática grave. Já a suplementação com angiotensina 1-7 reduz a morbimortalidade relacionada à doença. “Em pacientes, acompanhamos aqueles que recebem o transplante alogênico de medula óssea no Hospital das Clínicas da UFMG e fazemos a coleta de sangue e células para avaliar se mudanças nos níveis de angiotensina 1-7 podem ser consideradas como fator preditor da doença”, explicou a professora Barbara.

Fonte

Assessoria de Comunicação da Escola de Enfermagem da UFMG

comunicacao@enf.ufmg.br

https://www.enf.ufmg.br/