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Pesquisa e Inovação

Ipead/UFMG: Índice de Preços ao Consumidor fecha abril em aceleração, mas custo de cesta básica diminui

Por: Assessoria de Imprensa UFMG

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da cidade de Belo Horizonte apresentou alta de 0,37% no mês de abril, um aumento de 0.32% em relação a março. Por outro lado, o custo da cesta básica, que representa o gasto médio mensal de um trabalhador adulto com alimentação, apresentou variação negativa de 1,05%, entre março e abril em Belo Horizonte. Desse modo, o valor da cesta em abril atingiu R$ 772,45. As conclusões são fruto das pesquisas conduzidas no último mês pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead/UFMG). Os dados completos podem ser conferidos no site do Ipead.

A alimentação, como um todo, apresentou leve alta no custo médio em abril de 2025, desacelerando em comparação ao mês anterior (1,01%). Em termos dos produtos/serviços específicos que se destacaram neste período, as maiores altas ocorreram em hipotensor / hipocolestertinico (10,41%), móvel para quarto (5,59%) e excursões (3,24%). As maiores variações negativas de preços médios foram em passagem aérea, bijouteria e carne de frango inteiro e resfriado, que apresentaram diminuição do preço médio, respectivamente, de -25,39%, -12,33% e -8,25%.

Já o Índice de Preços ao Consumidor Restrito (IPCR) de Belo Horizonte, que considera os gastos das famílias com renda de até cinco salários mínimos, experimentou alta de 0,41% em abril, desacelerando em relação ao mês anterior (0,43%). No mesmo período do ano anterior, o aumento do IPCR havia sido menor (0,28%), portanto houve aceleração na comparação interanual. No ano de 2025, o IPCR acumula crescimento de 2,78% e, nos últimos doze meses, de 6,97%.

Cesta básica

Atualmente, o custo da cesta em BH representa o equivalente a 50,89% do valor de um salário mínimo. Em comparação com abril de 2024, a cesta está custando atualmente R$ 52,88 a mais. Em relação à proporção do salário mínimo, o custo é menor em abril deste ano, pois a cesta custava o equivalente a 50,96% do salário mínimo vigente em abril de 2024.

Após quedas consecutivas, de março a maio de 2024, a cesta apresentou alta em junho, quedas consecutivas em julho e agosto, altas consecutivas de setembro a novembro e queda em dezembro. Já em 2025, só havia ocorrido elevações com exceção da queda registrada agora em abril. Com o resultado deste mês, o custo da cesta básica em BH registra altas acumuladas de 3,26% em 2025 e 7,35% em 12 meses.

Dos 13 itens que compõem a cesta básica, sete apresentaram queda do preço médio e seis apresentaram alta. Os itens com maior variação negativa no preço médio no mês, isto é, os que mais caíram, foram tomate (-13,54%), banana caturra (-5,50%) e farinha de trigo (-5,28%). Já as maiores variações positivas de preços, isto é, itens que ficaram mais caros, foram batata inglesa (9,77%), feijão carioquinha (5,10%) e pão francês (1,46%).

Sobre o Ipead

A Fundação Ipead é uma entidade sem fins lucrativos, credenciada pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), como fundação de apoio à Faculdade de Ciências Econômicas (Face) da UFMG.

Fonte

Assessoria de Comunicação da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead)

ipead@ipead.face.ufmg.br

https://www.ipead.face.ufmg.br/site/