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Arte e Cultura

Com Alumiar, Sarandeiros da UFMG reforça presença na campanha de popularização do teatro e da dança

Grupo sobe ao palco do Palácio das Artes no dia 9 de fevereiro; público pode prestigiar ensaio geral nos próximos três sábados

Por: Hellen Cordeiro | Agência de Notícias da UFMG

De Acalanto, de Dorival Caymmi, ao personagem junino e carnavalesco dos dias atuais, a figura folclórica do boi permeia o imaginário popular brasileiro seja para amedrontar crianças ou bumbar com sua ginga nas festas. Produzido pelo Grupo Sarandeiros da UFMG, o espetáculo Alumiar: bois a encantar reúne mais de 60 artistas em cena para levar aos palcos a diversidade do folclore brasileiro, como as festas em Parintins (Amazonas), no Maranhão e em Minas Gerais.

Alumiar, que estreou em 2024, integra a programação da 50ª edição da Campanha de Popularização do Teatro e da Dança de Belo Horizonte, iniciativa que visa democratizar o acesso ao teatro, com espetáculos a preços populares (R$25), disponíveis no portal Vá ao Teatro. Presente em mais de 20 edições, o grupo retorna ao evento em apresentação única no dia 9 de fevereiro, às 19h, no Grande Teatro do Palácio das Artes. O espetáculo é livre para todas as idades.

Em 1999, o Sarandeiros foi o primeiro grupo de dança a pisar nos palcos da campanha, até então restrita às companhias de teatro. Para o professor e diretor Gustavo Côrtes, esse foi um marco histórico tanto para a companhia quanto para a UFMG, berço do grupo.

Na ocasião, o espetáculo O profano e o sagrado, desenvolvido em parceria com o violeiro Chico Lobo e sua banda, lotou o Palácio das Artes. A obra, resultado de estudo sobre danças de origem religiosa e outras de origem pagã existentes no Brasil, foi finalista de diversas premiações, como melhor espetáculo de dança do ano, e ganhou os prêmios de melhor pesquisa e trabalho coreográfico e de melhor figurino, assinado por Telma Rodrigues.

Bois a encantar

Com direção de Gustavo Côrtes, Petrônio Alves e Tatá Sympa, Alumiar narra as diversas manifestações das festas em homenagem à figura folclórica do boi no Brasil. O enredo descreve a presença do animal no universo folclórico, onde a dramatização, as cores, as danças, as músicas e os personagens variam com o tempo e o espaço. A pesquisa retrata três grandes festas: o Boi Bumbá, no Amazonas, personagem do Festival de Parintins, o Bumba-meu-Boi, no Maranhão, folguedo típico da capital São Luís, e o Boi de Reis, em Minas Gerais.

“As manifestações relacionadas ao boi, que, ao mesmo tempo, assustam e inspiram as festas, ajudam a construir o imaginário coletivo e estão presentes em ocasiões tão diferentes como o Natal, o Carnaval e os festejos juninos”, comenta Gustavo Côrtes, que, além de comandar o Sarandeiros desde 1997, é diretor da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO) da UFMG, sede das atividades do grupo.

O público também poderá prestigiar o ensaio geral nos próximos três sábados, dias 25 de janeiro e 1º e 8 de fevereiro, das 10h às 13h, na EEFFTO. Também estão previstos ensaios apenas com os dançarinos (24 e 31 janeiro e 7 de fevereiro, das 20h às 22h).

Sarandeiros

O Sarandeiros foi fundado em 1980 pelas professoras Vera Soares e Marilene Lima, da EEFFTO. Premiado em julho de 2024 no Festival Mundial de Culturas, no Canadá, o projeto se dedica à produção de conhecimento sob perspectiva interdisciplinar para representar artisticamente o folclore brasileiro por meio da dança, da música e do teatro.

Fonte

Assessoria de Imprensa da UFMG

assessoriadeimprensa@ufmg.br

https://ufmg.br/comunicacao/assessoria-de-imprensa

Imagem de Divulgação

Companhia se dedica à pesquisa e representação artística do folclore brasileiro Foto: Divulgação