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Acesso Livre

Racismo religioso: Casa São Lázaro é invadida e vandalizada duas vezes na mesma semana

Por Alessandra Dantas

A jornalista Alessandra Dantas recebeu nos nossos estúdios o sacerdote Rungbono Márcio de Azansú e a ekedy da casa Jessika Viveiros

Nesta segunda-feira, 22 de setembro de 2025, o sacerdote Rungbono Márcio de Azansú, pai de santo responsável pelo Centro Cultural e Religioso de Matriz Africana São Lázaro, Márcio Sá, e a ekedy da Casa São Lázaro, designer de conteúdo e jornalista Jessika Viveiros.

“Todos nós temos o direito de ter nossas próprias crenças, de ter uma religião, de não ter religião, ou de mudar de religião” é o que diz o artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos. O interessante é que este artigo protege teístas, não teístas e ateus, assim como aqueles que não professam qualquer religião ou credo. A liberdade religiosa é um direito humano fundamental e ninguém deveria impedir isso, mas sabemos que devido ao racismo religioso religiões de matriz africana como Candomblé e Umbanda são alvo de discriminação e ódio.

Na última semana, o Centro Cultural e Religioso de Matriz Africana São Lázaro foi alvo de invasão, destruição e furto. O terreiro localizado em Venda Nova foi totalmente revirado, símbolos de entidades foram quebrados e estátuas de Nossa Senhora foram deixadas no local.

O sacerdote e a ekedy abordaram os lamentáveis episódios, o direito à liberdade religiosa e relação harmoniosa entre as diferentes crenças. O responsável pela casa acredita que os ataques não foram feitos por pessoas católicas, mas por pessoas que não tem fé ou não entendem a fé de nenhum tipo de religião. “Não calarão nossos tambores neste território”, ressaltou Pai Márcio.

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