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Conexões

Setembro Lilás alerta sobre Alzheimer: “Não é natural do envelhecimento”, destaca professora da UFMG

Por Vyctória Alves, sob orientação de Alessandra Dantas e Luiza Glória

Nesta terça-feira, 23 de setembro de 2025, a professora da Faculdade de Medicina da UFMG, vice-coordenadora do Serviço de Geriatria e Gerontologia do Hospital das Clínicas e pesquisadora do INCT NeuroTec-R, Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Neurotecnologia Responsável, Maria Aparecida Bicalho, conversou com a apresentadora e jornalista Luiza Glória, no programa Conexões.

Estamos no Setembro Lilás, mês Mundial da Conscientização do Alzheimer, e acabamos de passar pelo 21 de Setembro, quando é celebrado o Dia Nacional de Conscientização sobre a doença. Esse é um momento para refletir a respeito dessa e outras formas de demência, incentivando o diagnóstico precoce, a pesquisa, o tratamento e o apoio às pessoas afetadas e cuidadores. Pouco a pouco, a perda de memória, do raciocínio e até da identidade transforma a vida de quem recebe o diagnóstico de Alzheimer. A doença, que representa de 60% a 70% dos casos de demência, já atinge cerca de 1,2 milhão de brasileiros, segundo a Associação Brasileira de Alzheimer, e a maioria ainda sem confirmação oficial.

A professora detalhou os sinais da doença e a destacou a importância da família estar atenta. Ela comentou que apesar de não ser natural da idade avançada, quanto mais idosa a pessoa, maiores são as chances de desenvolver Alzheimer e outras demências. Assim, o cenário de envelhecimento populacional traz um grande desafio.

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