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Conexões

Setembro Verde: Mesa redonda desmonta tabus e incentiva doação de órgãos, que é segura e salva vidas

Por Vyctória Alves, sob orientação de Alessandra Dantas e Luiza Glória

A jornalista Luiza Glória recebeu a aposentada Sônia Melo, que recebeu dois pulmões há 17 anos, o designer André Nicodemos, transplantado de fígado há 20 anos, e a coordenadora do Ambulatório de Doença Pulmonar Avançada e Transplante Pulmonar do HC da UFMG, professora Valéria Augusto

Nesta quinta-feira, 25 de setembro, o Conexões realizou uma mesa redonda especial sobre doação de órgãos, dentro do Setembro Verde e próximo ao Dia Nacional do Doador de Órgãos, 27 de setembro. A jornalista e apresentadora Luiza Glória recebeu o cantor, compositor e designer de 30 anos, transplantado de fígado em 2005, devido a hepatite A fulminante, quando tinha 10 anos, André Nicodemos; a aposentada que atua como radioamadora, de 70 anos, transplantada bilateral de pulmão há quase 17 anos, Sônia Maria de Melo; e a professora adjunta da Faculdade de Medicina da UFMG, doutora pela Universidade, pneumologista e coordenadora do Ambulatório de Doença Pulmonar Avançada e Transplante Pulmonar do Hospital das Clínicas da UFMG, Valéria Augusto.

O gesto de solidariedade possibilitado por um dos grandes avanços da medicina do século 20, que é o transplante, é responsável por salvar milhares de vidas. Um único doador pode beneficiar até 10 pessoas. Tanto doadores vivos quanto pessoas que recebem o órgão podem ter uma vida normal, lembrando que, em muitos casos, o transplante é a única alternativa de sobrevivência. O sistema de transplantes brasileiro é reconhecido como o maior programa público do mundo e somos o segundo país que mais realiza esse procedimento, atrás apenas dos Estados Unidos, que tem um sistema privado.

De acordo com o Ministério de Saúde, o Brasil teve mais de 30 mil transplantes em 2024, um novo recorde, mas ainda há cerca de 78 mil pessoas na fila. A negativa familiar à doação é apontada como um dos principais entraves para a expansão do sistema, com taxa de recusa de 42% a 45%.

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