Voltar para o Início Ir para o rodapé

Ambiente de Desenvolvimento. Não navegue ou compartilhe este link.

Ambiente de Desenvolvimento. Não navegue ou compartilhe este link.

Ambiente de Desenvolvimento. Não navegue ou compartilhe este link.

Ambiente de Desenvolvimento. Não navegue ou compartilhe este link.

Ambiente de Desenvolvimento. Não navegue ou compartilhe este link.

Ambiente de Desenvolvimento. Não navegue ou compartilhe este link.

Arte e Cultura

Grupo da UFMG lança livro Bicho, pra que te quero no dia 30 de outubro

Por: Assessoria de Imprensa UFMG

A Faculdade de Letras (Fale) da UFMG promove, no dia 30 de outubro, quinta-feira, o lançamento do livro Bicho, pra que te quero. O evento será realizado às 17h, na sala 4071. Organizado por Ana Chiarini, Elisa Amorim e Júlia Arantes, a obra reúne 22 textos criativos dedicados aos bichos, escritos por participantes do grupo de pesquisa Natureza, Violência e Ecocrítica (Nave) e da Ecobiblioteca da Fale.

A coletânea dá continuidade ao projeto iniciado com Planta, pra que te quero, publicado anteriormente pelo mesmo grupo. A nova edição amplia o olhar da ecocrítica para o universo animal, explorando as relações entre humanos e outras espécies, em textos que transitam entre a observação, a memória, o afeto e a reflexão sobre o lugar dos bichos nas cidades e no planeta.

Sinopse

Todo mundo sabe que não há planta sem bicho, nem bicho sem planta, então era quase inevitável que depois de Planta, pra que te quero, o grupo de pesquisa Nave (Natureza, Violência e Ecocrítica) e a Ecobiblioteca da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais retornassem com este Bicho, pra que te quero. Até para evitar ciúmes, fofocas e acusações de favorecimento. Se os pesquisadores-participantes, que vêm se dedicando a sérias leituras e discussões sobre ecocrítica, no primeiro volume, puderam escrever sobre árvores, flores e verdes cultivados na memória e na imaginação, agora fizeram um convite, que ressoou nos quintais, parques, matas, beiras de rios e em outros livros, voltado para aqueles com quem despoticamente a humanidade tem dividido o reino animal. Os bichos – em geral, assim chamados todos que não somos nós –, aqui são alvo de curiosidade e observação, mas também motores da lembrança, objetos de quereres e de assombro, guias espirituais e pretextos para pensarmos as cidades e o planeta, ou para nos “ensimesmarmos” como bichos que sabemos ser.

Outras informações: @naveufmg / <naveufmg@gmail.com>.

Fonte

Assessoria de Imprensa da UFMG

assessoriadeimprensa@ufmg.br

https://ufmg.br/comunicacao/assessoria-de-imprensa

Imagem de Divulgação

Bicho, pra que te quero. Foto: Divulgação