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TUSP

Teatro da Fumaça, da EBA, é o único representante mineiro em mostra da USP

Em dupla apresentação nos dias 9 e 10, grupo montou espetáculo que se vale de fatos reais para abordar os futuros possíveis das artes cênicas

Coletivo é formado por estudantes da UFMG e está ligado a uma pesquisa de iniciação científica voluntária
Foto: Pedro Pimenta

Representante da nova geração das artes cênicas em Minas Gerais, o Teatro da Fumaça desembarca em São Paulo, neste fim de semana, com o espetáculo O mundo está em chamas, o teatro também tem de estar. O coletivo, vinculado à Escola de Belas Artes da UFMG, é um dos nove selecionados para participar da primeira edição da Mostra Nacional de Teatro Universitário do TUSP, que ocorre durante este mês. O grupo da UFMG se apresenta nos dias 9 e 10 de agosto, às 20h.

Pela primeira vez, a iniciativa da Universidade de São Paulo (USP) terá abrangência nacional e foco exclusivo em grupos ligados ao ensino superior. A mostra, limitada à participação de instituições paulistas e a trabalhos de outros estados apresentados de forma voluntária, abriu seleção para teatros universitários de todo o Brasil e recebeu mais de 130 inscritos.

Único representante mineiro selecionado nesta edição, o Teatro da Fumaça reafirma, com sua participação, os laços entre criação artística e reflexão acadêmica. Fundado em 2023, o grupo alia prática e pesquisa e acumula premiações nacionais e internacionais, como o Ibsen Scope Grant, que apoia a montagem de espetáculos inspirados na obra do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen.

O futuro do teatro
Em O mundo está em chamas, o teatro também tem de estar, o coletivo tem a ambição de provocar reflexões sobre os possíveis futuros para o teatro. A primeira versão da dramaturgia, concebida por Jean Gorziza e João Santos, foi escrita em 2023, no momento em que o Teatro da Fumaça começava a despontar. Gorziza dirige o espetáculo ao lado de Júlia Oliveira. Estarão em cena os atores João Santos, Ítallo Vieira e Domenica Morvillo.

Ítallo Vieira, João Santos e Domenica Morvillo são estudantes da EBA
Foto: Gabriel Werneck

Sinopse
Uma atriz insiste em permanecer em um teatro prestes a ser demolido, um espectador confunde um musical com um sequestro, e um integrante de uma companhia de teatro de revista tem sua temporada interrompida por um golpe de Estado. 

As três situações foram inspiradas em fatos reais: o fechamento e abandono do Teatro de Câmara Túlio Piva, em Porto Alegre, em 2014, o sequestro no Teatro de Dubrovka, em Moscou, em 2002, em que mais de 800 pessoas foram mantidas reféns por terroristas chechenos, e a interrupção da temporada da Cia de Teatro de Revista Walter Pinto, em Buenos Aires, pelo golpe militar que derrubou o governo de Juan Perón, em 1956.

A sessão de domingo, dia 10, terá mediação do crítico e pesquisador argentino Jorge Dubatti, referência internacional nos estudos de teatro e coordenador do Instituto de Pesquisa em Teatro da Universidade de Buenos Aires. A presença de Dubatti comprova o caráter dialógico da mostra: artistas, espectadores e pesquisadores se aproximam em torno das urgências que atravessam a cena contemporânea.

Categoria: Arte e Cultura

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