{"id":12504,"date":"2025-10-31T07:50:00","date_gmt":"2025-10-31T10:50:00","guid":{"rendered":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/?post_type=news&#038;p=12504"},"modified":"2026-02-20T14:19:20","modified_gmt":"2026-02-20T17:19:20","slug":"em-sua-oitava-edicao-novembro-negro-discute-epistemes-esteticas-e-subjetividades","status":"publish","type":"news","link":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/comunicacao\/noticias\/institucional\/em-sua-oitava-edicao-novembro-negro-discute-epistemes-esteticas-e-subjetividades\/","title":{"rendered":"Em sua oitava edi\u00e7\u00e3o, Novembro Negro discute epistemes, est\u00e9ticas e subjetividades"},"content":{"rendered":"\n<p>Durante todo o m\u00eas de novembro, a UFMG sedia uma s\u00e9rie de atividades acad\u00eamicas e culturais para celebrar o M\u00eas da Consci\u00eancia Negra, com reflex\u00f5es sobre o racismo, o direito \u00e0 diferen\u00e7a e a valoriza\u00e7\u00e3o das ra\u00edzes afro-ind\u00edgenas. Trata-se do Novembro Negro, evento que, desde 2018, possibilita que entidades e coletividades da Universidade unam esfor\u00e7os para promover o di\u00e1logo sobre as rela\u00e7\u00f5es e desigualdades que afetam grupos de pessoas negras&nbsp;e ind\u00edgenas.<\/p>\n\n\n\n<p>Estudantes, professores, servidores t\u00e9cnico-administrativos e o p\u00fablico externo propuseram iniciativas para compor a oitava edi\u00e7\u00e3o do evento, que tem como tema&nbsp;<em>Epistemes, est\u00e9ticas e subjetividades negras<\/em>. A escolha do tema foi definida mediante consulta p\u00fablica \u00e0 comunidade universit\u00e1ria, reafirmando o compromisso social da UFMG em promover a defesa da universidade p\u00fablica inclusiva e antirracista, por meio de espa\u00e7os para as a\u00e7\u00f5es afirmativas no ensino superior e em suas conex\u00f5es com a sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>A abertura do Novembro Negro ocorre na segunda-feira, 3, \u00e0s 18h30, no audit\u00f3rio da reitoria, no campus Pampulha. O evento tem in\u00edcio com a confer\u00eancia&nbsp;<em>Subjetividades negras, entre epistemes e est\u00e9ticas<\/em>, que ser\u00e1 ministrada pelo professor Wanderson Flor do Nascimento, do Departamento de Filosofia da Universidade de Bras\u00edlia (UnB). Wanderson leciona filosofia africana e afro-brasileira, dedicando seus estudos \u00e0s tradi\u00e7\u00f5es brasileiras de matrizes africanas (com \u00eanfase nos candombl\u00e9s), ensino de filosofia, rela\u00e7\u00f5es raciais e de g\u00eanero, quest\u00f5es de subjetividade\/subjetiva\u00e7\u00e3o e bio\u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n\n\t<figure data-size=\"small\"\n\t\tclass=\"group space-y-2 data-[size=small]:w-[21rem] sm:data-[size=medium]:w-[40rem] lg:data-[size=small]:float-left lg:data-[size=small]:mr-8 mx-auto\">\n\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"336\" height=\"445\" src=\"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/app\/uploads\/2025\/10\/Licinea-Correa-scaled-e1761916813994-336x445.jpg\" class=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] group-data-[size=small]:h-[29.75rem] sm:group-data-[size=medium]:w-[40rem] sm:group-data-[size=small]:h-[27.8125rem] lg:group-data-[size=medium]:h-[27.8125rem] group-data-[size=large]:w-full group-data-[size=large]:h-[9.875rem] md:group-data-[size=large]:h-[27.8125rem] rounded object-fill\" alt=\"\" \/>\t\t\t\t<div\n\t\t\tclass=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] px-3 pt-3 pb-6 md:px-6 group-data-[size=small]:px-3 text-neutral-300 text-xs md:text-sm\">\n\t\t\t<figcaption title=\"Lic\u00ednia: movimento negro \u00e9 presen\u00e7a que se afirma na UFMG nas dimens\u00f5es do intelecto, do corpo e do esp\u00edrito\" class=\"block line-clamp-4 md:line-clamp-3\">\n\t\t\t\tLic\u00ednia: movimento negro \u00e9 presen\u00e7a que se afirma na UFMG nas dimens\u00f5es do intelecto, do corpo e do esp\u00edrito\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<cite\n\t\t\t\tclass=\"relative block not-italic after:absolute after:left-0 after:right-0 after:-bottom-3 after:h-px after:bg-neutral-100\">\n\t\t\t\tFoto: Raphaella Dias | UFMG\t\t\t<\/cite>\n\t\t<\/div>\n\t<\/figure>\n\n\n\n<p>A pr\u00f3-reitora de assuntos estudantis da UFMG, Lic\u00ednia Maria Correa, conta que, desde 2018, quando ocorreu a primeira edi\u00e7\u00e3o do Novembro Negro, h\u00e1 um movimento crescente de territorializa\u00e7\u00e3o negra auto-organizada na Universidade. Segundo ela, a UFMG atua na constru\u00e7\u00e3o desse movimento dentro da comunidade universit\u00e1ria. \u201cO&nbsp; movimento negro sempre esteve presente no espa\u00e7o acad\u00eamico, e esta \u00e9 uma presen\u00e7a que se afirma nas dimens\u00f5es do intelecto, do corpo e do esp\u00edrito. Ocupar a universidade \u00e9 fundamental porque este \u00e9 um reduto marcado pela branquitude e utilizado para legitimar o racismo, que acaba sendo reafirmado na ci\u00eancia e na produ\u00e7\u00e3o do conhecimento cient\u00edfico&#8221;, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>Lic\u00ednia acrescenta que o espa\u00e7o da universidade, dessa forma, acabou se apropriando de conhecimentos produzidos por povos africanos em todas as \u00e1reas, seja nas ci\u00eancias exatas, humanas, sociais, ou nas \u00e1reas da sa\u00fade. \u201cAssim, essa apropria\u00e7\u00e3o dos saberes e dos conhecimentos nunca foi reconhecida. Ent\u00e3o o Novembro Negro \u00e9 uma forma de o negro estar dentro de lugares que, muitas vezes, deslegitimaram a sua presen\u00e7a.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quilombos de ontem e de hoje<\/strong><br>O Novembro Negro \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o coletiva que surgiu da mobiliza\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios grupos dentro da Universidade. Lic\u00ednia conta que o evento \u00e9 constitu\u00eddo por ativistas e militantes \u201cinteressados em mostrar que a UFMG \u00e9 um lugar tamb\u00e9m de presen\u00e7a negra, \u00e9 um lugar para garantir e para legitimar essa presen\u00e7a.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A pr\u00f3-reitora acrescenta que, a partir do momento em que as institui\u00e7\u00f5es de ensino s\u00e3o ambientes de trabalho, de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento e de circula\u00e7\u00e3o de saberes, um evento como o Novembro Negro \u00e9 capaz de afirmar a identidade \u00e9tnica e racial, al\u00e9m do modo de ser e de existir do povo negro. \u201cCada uma das pessoas que \u00e9 envolvida no Novembro Negro vem de v\u00e1rias experi\u00eancias de movimento de viv\u00eancia da negritude, sejam experi\u00eancias acad\u00eamicas, de terreiro, de mobiliza\u00e7\u00e3o social ou de mobiliza\u00e7\u00e3o&nbsp;pol\u00edtica. Por isso temos uma trajet\u00f3ria de aquilombamento, constitu\u00edda por nossas v\u00e1rias inser\u00e7\u00f5es sociais e como um espa\u00e7o que afirma uma identidade que precisa ser enxergada e visibilizada.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o dos quilombos retorna \u00e0 fala da pr\u00f3-reitora quando ela relaciona o m\u00eas escolhido para que a Universidade celebre a negritude. No dia 20 de novembro \u00e9 celebrado o feriado nacional da Consci\u00eancia Negra. Nesta data, morreu Zumbi dos Palmares, l\u00edder do Quilombo dos Palmares, em 1695. A data foi escolhida para homenagear Zumbi como um&nbsp;<a href=\"https:\/\/ufmg.br\/comunicacao\/noticias\/leonardo-chalub-servidor-da-ufmg-vence-premio-jabuti-com-livro-sobre-zumbi-dos-palmares\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">grande s\u00edmbolo da resist\u00eancia negra contra a escravid\u00e3o<\/a>&nbsp;e para promover a reflex\u00e3o sobre o racismo e a igualdade racial.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO m\u00eas de novembro marca uma das tentativas de destrui\u00e7\u00e3o dos nossos processos de resist\u00eancia, que foi a tentativa de acabar com os nossos quilombos. O quilombo dos Palmares mostrou para a sociedade brasileira, para a branquitude no Brasil, que n\u00f3s \u00e9ramos capazes de constituir uma sociedade. Pode ser uma sociedade em outros moldes, em outras formas de organiza\u00e7\u00e3o, mas com muito potencial e com muita capacidade. Ent\u00e3o o processo de aquilombamento ainda ocorre. \u00c9 como se hoje estiv\u00e9ssemos aqui para construir o Quilombo da UFMG.\u201d<\/p>\n\n\n\n\n\t<figure data-size=\"large\"\n\t\tclass=\"group space-y-2 data-[size=small]:w-[21rem] sm:data-[size=medium]:w-[40rem] lg:data-[size=small]:float-left lg:data-[size=small]:mr-8 mx-auto\">\n\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"330\" src=\"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/app\/uploads\/2025\/10\/Yorubloco-864x445.jpg\" class=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] group-data-[size=small]:h-[29.75rem] sm:group-data-[size=medium]:w-[40rem] sm:group-data-[size=small]:h-[27.8125rem] lg:group-data-[size=medium]:h-[27.8125rem] group-data-[size=large]:w-full group-data-[size=large]:h-[9.875rem] md:group-data-[size=large]:h-[27.8125rem] rounded object-fill\" alt=\"\" \/>\t\t\t\t<div\n\t\t\tclass=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] px-3 pt-3 pb-6 md:px-6 group-data-[size=small]:px-3 text-neutral-300 text-xs md:text-sm\">\n\t\t\t<figcaption title=\"Apresenta\u00e7\u00e3o do Yorubloco durante a abertura do Novembro Negro em Montes Claros em 2024\" class=\"block line-clamp-4 md:line-clamp-3\">\n\t\t\t\tApresenta\u00e7\u00e3o do Yorubloco durante a abertura do Novembro Negro em Montes Claros em 2024\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<cite\n\t\t\t\tclass=\"relative block not-italic after:absolute after:left-0 after:right-0 after:-bottom-3 after:h-px after:bg-neutral-100\">\n\t\t\t\tFoto: Ana Cl\u00e1udia Mendes | UFMG\t\t\t<\/cite>\n\t\t<\/div>\n\t<\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Atividades variadas<\/strong><br>Durante todo o m\u00eas de novembro, em v\u00e1rios espa\u00e7os da Universidade, o Novembro Negro contar\u00e1 com mais de 170 atividades, como oficinas, conta\u00e7\u00f5es de hist\u00f3rias, palestras, confer\u00eancias, debates, apresenta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas e encontros. As atividades, aponta Lic\u00ednia, remetem \u00e0s tradi\u00e7\u00f5es e \u00e0 resist\u00eancia negras. Uma das a\u00e7\u00f5es destacadas pela pr\u00f3-reitora de assuntos estudantis \u00e9 o Caf\u00e9 Afro, que ocorre na segunda-feira, 3, \u00e0s 17h30, antes da confer\u00eancia do professor Wanderson Flor do Nascimento. \u201cA comida sempre foi uma forma de subsist\u00eancia, pois ela nos organiza, nos d\u00e1, nos conecta. Ent\u00e3o o Caf\u00e9 Afro \u00e9 mais uma maneira de mostrar a nossa for\u00e7a&#8221;, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>A pr\u00f3-reitora tamb\u00e9m destaca o fato de que, nesta edi\u00e7\u00e3o, muitas atividades do Novembro Negro ocorrem fora das depend\u00eancias da UFMG e s\u00e3o organizadas em parcerias com outros \u00f3rg\u00e3o e institui\u00e7\u00f5es. Dentre essas atividades, Lic\u00ednia cita o&nbsp;<em><a href=\"https:\/\/reparacoeshistoricas.org\/?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAadzJCrxOFYXqgL19IsD79ESEfQ_vUfA4xLx4AnVdwfFSfXQaMPuBR78R-Ewqw_aem_q9Mf2MeS8CO7Hp_CFqd8nA\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">II Semin\u00e1rio Internacional Pr\u00f3-Repara\u00e7\u00f5es &#8211; um projeto de na\u00e7\u00e3o: diasp\u00f3rico, popular e panafricanista<\/a><\/em>, que ocorre de 10 a 15 de novembro. O evento tem a participa\u00e7\u00e3o da UFMG e vai debater e articular a constru\u00e7\u00e3o coletiva de pol\u00edticas reparat\u00f3rias para os povos negros e ind\u00edgenas do Brasil e da di\u00e1spora africana. Haver\u00e1 pain\u00e9is tem\u00e1ticos, com participa\u00e7\u00e3o de autoridades internacionais, lideran\u00e7as de movimentos sociais, parlamentares negras e negros, ativistas da di\u00e1spora e do continente africano, artistas e intelectuais.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cVai ser um f\u00f3rum internacional com a presen\u00e7a de pessoas de v\u00e1rios lugares do mundo e de v\u00e1rias di\u00e1sporas africanas, porque hoje a pauta da repara\u00e7\u00e3o circula mundialmente. Ent\u00e3o \u00e9 interessante que as atividades do Novembro Negro n\u00e3o se restrinjam aos espa\u00e7os da UFMG e n\u00e3o sejam todas organizadas por n\u00f3s.\u201d&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/novembronegro\/programacao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A programa\u00e7\u00e3o completa do Novembro Negro est\u00e1 dispon\u00edvel no hotsite do evento.<\/a><\/p>\n\n\n\n\n\t<figure data-size=\"large\"\n\t\tclass=\"group space-y-2 data-[size=small]:w-[21rem] sm:data-[size=medium]:w-[40rem] lg:data-[size=small]:float-left lg:data-[size=small]:mr-8 mx-auto\">\n\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"400\" src=\"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/app\/uploads\/2025\/10\/Oficina-Historias-da-Africa-de-A-a-Z-712x445.jpg\" class=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] group-data-[size=small]:h-[29.75rem] sm:group-data-[size=medium]:w-[40rem] sm:group-data-[size=small]:h-[27.8125rem] lg:group-data-[size=medium]:h-[27.8125rem] group-data-[size=large]:w-full group-data-[size=large]:h-[9.875rem] md:group-data-[size=large]:h-[27.8125rem] rounded object-fill\" alt=\"\" \/>\t\t\t\t<div\n\t\t\tclass=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] px-3 pt-3 pb-6 md:px-6 group-data-[size=small]:px-3 text-neutral-300 text-xs md:text-sm\">\n\t\t\t<figcaption title=\"Oficina \"Hist\u00f3rias da \u00c1frica de A a Z\" \u00e9 uma das atividades que ocorrem no Espa\u00e7o do Conhecimento UFMG\" class=\"block line-clamp-4 md:line-clamp-3\">\n\t\t\t\tOficina &#8220;Hist\u00f3rias da \u00c1frica de A a Z&#8221; \u00e9 uma das atividades que ocorrem no Espa\u00e7o do Conhecimento UFMG\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<cite\n\t\t\t\tclass=\"relative block not-italic after:absolute after:left-0 after:right-0 after:-bottom-3 after:h-px after:bg-neutral-100\">\n\t\t\t\tFoto: Divulga\u00e7\u00e3o Espa\u00e7o do Conhecimento UFMG\t\t\t<\/cite>\n\t\t<\/div>\n\t<\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Hist\u00f3rico do Novembro Negro<\/strong><br>Realizado na UFMG desde 2018, o evento \u00e9 feito a partir de propostas de atividades diversificadas, encaminhadas e realizadas pela comunidade universit\u00e1ria e por parceiros externos. A primeira edi\u00e7\u00e3o do Novembro Negro, em 2018, teve o tema&nbsp;<em>Reflex\u00f5es e pr\u00e1ticas sobre ser negro<\/em>&nbsp;e objetivava a reflex\u00e3o sobre a presen\u00e7a da popula\u00e7\u00e3o negra na sociedade e na Universidade. Em 2019, o evento girou em torno do tema&nbsp;<em>Aquilombar-se em tempos de luta<\/em>, convidando a comunidade a pensar sobre as intersec\u00e7\u00f5es e la\u00e7os que transpassam a popula\u00e7\u00e3o negra&nbsp;e a necessidade de uni\u00e3o de for\u00e7as para o enfrentamento ao racismo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 em 2020, o mote do Novembro Negro foi&nbsp;<em>Orgulho de ser: enegrecer para renascer<\/em>. Nessa edi\u00e7\u00e3o, as atividades destacaram a autoestima e o fortalecimento da identidade racial negra, bem como a reafirma\u00e7\u00e3o de pertencimento em diversos espa\u00e7os, principalmente na UFMG. No ano de 2021, a tem\u00e1tica escolhida foi&nbsp;<em>Corpos e vozes que se afirmam.<\/em>&nbsp;Nesse ano, buscou-se refletir acerca da import\u00e2ncia de consolidar e ampliar a\u00e7\u00f5es afirmativas de acesso e perman\u00eancia, visibilizando a presen\u00e7a de pessoas negras na universidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Permanecer para Avan\u00e7ar<\/em>&nbsp;foi a proposi\u00e7\u00e3o em 2022, que convidou, mais uma vez, as pessoas a avaliarem a perman\u00eancia negra na Universidade. Em 2023, foram relembrados os negros do passado que resistiram ao racismo estrutural, por meio da tem\u00e1tica&nbsp;<em>Ancestralidade e Coletividade: aquilombar para permanecer<\/em>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Finalmente, em\u00a0 2024, com a tem\u00e1tica\u00a0<em>A luta antirracista na UFMG<\/em>, o Novembro Negro evidenciou os avan\u00e7os alcan\u00e7ados e refletiu sobre os desafios persistentes no enfrentamento ao racismo em suas m\u00faltiplas dimens\u00f5es\u00a0\u2013\u00a0estrutural, institucional, epistemol\u00f3gica, entre outras.\u00a0<a href=\"https:\/\/ufmg.br\/comunicacao\/noticias\/banco-de-fontes-negras-esta-disponivel-com-cerca-de-100-pesquisadores\">Foi tamb\u00e9m nesse ano que a Universidade lan\u00e7ou o seu Banco de Fontes Negras<\/a>, iniciativa do Centro de Comunica\u00e7\u00e3o da UFMG (Cedecom), \u00f3rg\u00e3o auxiliar da Reitoria.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":12505,"template":"","class_list":["post-12504","news","type-news","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/news\/12504","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/news"}],"about":[{"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/news"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12505"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12504"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}