{"id":16109,"date":"2026-01-06T17:18:48","date_gmt":"2026-01-06T20:18:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/?post_type=news&#038;p=16109"},"modified":"2026-01-07T20:21:30","modified_gmt":"2026-01-07T23:21:30","slug":"morre-o-professor-aposentado-valdir-de-castro-do-departamento-de-comunicacao-da-fafich","status":"publish","type":"news","link":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/comunicacao\/noticias\/pessoas\/morre-o-professor-aposentado-valdir-de-castro-do-departamento-de-comunicacao-da-fafich\/","title":{"rendered":"Morre o professor aposentado Valdir de Castro, do Departamento de Comunica\u00e7\u00e3o da Fafich"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Morreu no \u00faltimo domingo, 4 de janeiro, Valdir de Castro Oliveira, professor aposentado do Departamento de Comunica\u00e7\u00e3o Social da Faculdade de Filosofia e Ci\u00eancias Humanas (Fafich). Valdir foi o primeiro professor titular da hist\u00f3ria do Departamento, que ajudou a estruturar. Seu vel\u00f3rio ocorreu nesta segunda-feira, 5, na C\u00e2mara Municipal de Brumadinho; o sepultamento se deu em seguida, no cemit\u00e9rio de Concei\u00e7\u00e3o de Itagu\u00e1, distrito em que nasceu. O professor tinha uma doen\u00e7a renal, que combatia h\u00e1 v\u00e1rios anos por meio de di\u00e1lises. Morreu de complica\u00e7\u00f5es decorrentes da doen\u00e7a, mas seguiu intelectualmente ativo at\u00e9 o fim.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Valdir ingressou na UFMG em 1979 como professor auxiliar. Em 1984, tornou-se assistente e quatro anos depois, adjunto. Em 1992, alcan\u00e7ou o posto de professor titular, abrindo caminhos. Em 2007, aposentou-se da Universidade, e, desde ent\u00e3o. colaborou em diferentes institui\u00e7\u00f5es \u2013 em particular, na Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz), onde atuou a partir de 2009. Na institui\u00e7\u00e3o, foi professor e pesquisador do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Informa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade (PPGICS) do Instituto de Comunica\u00e7\u00e3o e Informa\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica e Tecnol\u00f3gica em Sa\u00fade (ICICT).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em sua \u00e9poca de UFMG, Valdir editou e apresentou, de 2002 a 2006, o programa <em>M\u00eddia em pauta<\/em>, produzido semanalmente junto a alunos do Curso de Comunica\u00e7\u00e3o Social da Universidade, com coprodu\u00e7\u00e3o da TV UFMG. No programa, com dura\u00e7\u00e3o de meia hora, especialistas, jornalistas e professores comentavam e analisavam \u2013 sempre ancorados por um estudante-apresentador \u2013 temas da atualidade relacionados \u00e0 atua\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais tarde, de 2005 a 2011, Valdir trabalhou como editor na Associa\u00e7\u00e3o de Defesa do Meio Ambiente e Desenvolvimento do Vale do Paraopeba (Asmap), que tem sede em Brumadinho, em uma de suas tantas frentes dedicadas \u00e0 regi\u00e3o em que nasceu. De sua trajet\u00f3ria profissional, merece registro ainda a atua\u00e7\u00e3o que teve na PUC Minas e na Universidade Federal da Para\u00edba (UFPB) mais no in\u00edcio de sua carreira, na virada dos anos 1970 e 1980.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Lembran\u00e7a de colegas, parceiros e alunos<\/strong><br>Para a jornalista Val\u00e9ria Said, Valdir foi um homem de \u201cm\u00faltipla generosidade\u201d, sempre interessado em acompanhar e incentivar a trajet\u00f3ria acad\u00eamica de estudantes e parceiros, no\u00e7\u00e3o que \u00e9 reiterada por diferentes pessoas com as quais o professor conviveu. Nas lembran\u00e7as de Val\u00e9ria, que se aproximou dele em 2008, no \u00e2mbito do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG), Valdir era \u201csempre acolhedor, alegre, disposto a colaborar com debates afins \u00e0 nossa categoria, no \u00e2mbito acad\u00eamico\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cValdir foi meu professor no Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Comunica\u00e7\u00e3o Social (PPGCOM) da UFMG h\u00e1 23 anos\u201d, lembrou tamb\u00e9m S\u00f4nia Caldas Pessoa, hoje professora do Departamento de Comunica\u00e7\u00e3o Social da Universidade. \u201cEle me deu a primeira chance de conhecer a p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em comunica\u00e7\u00e3o da UFMG em 2002, quando solicitei matr\u00edcula em uma disciplina isolada, porque gostaria de tentar o mestrado. Naquele ano, ele me acolheu na disciplina como uma colega\u201d, ela lembra. \u201cEm seguida, participou da minha banca de mestrado \u2013 de l\u00e1 para c\u00e1, ele passou a me acompanhar, mantendo contato pelas redes sociais. Tenho muito gratid\u00e3o pela rela\u00e7\u00e3o iniciada ali.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De ent\u00e3o em diante, relembra S\u00f4nia, ela passou a manter contato com o professor \u2013 e ele sempre a incentivando na carreira. \u201cValdir demonstrava muito orgulho pelo trabalho que realizamos mais tarde no Departamento de Comunica\u00e7\u00e3o Social, com a cria\u00e7\u00e3o do Laborat\u00f3rio de Experimenta\u00e7\u00f5es Sonoras e da Web R\u00e1dio Terceiro Andar da Fafich. Certa vez, ele me disse ter sido um sonho realizar algo assim, j\u00e1 que era um apaixonado por r\u00e1dio. Nas suas aulas, transitava com gentileza e cuidado por tem\u00e1ticas sens\u00edveis de mobiliza\u00e7\u00e3o social, sa\u00fade e vulnerabilidades. Sua generosidade e apoio v\u00e3o nos fazer falta, mas sua mem\u00f3ria ser\u00e1 preservada.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cValdir sempre teve uma atua\u00e7\u00e3o muito grande em sua comunidade, em Brumadinho. Ele foi um intelectual interessado em estudar suas origens: uma pessoa do interior, que guardou suas ra\u00edzes, e que esteve sempre voltado para trabalhar com as comunidades em defesa dos direitos humanos e sociais\u201d, conta Ivone de Lourdes Oliveira, professora do Departamento de Comunica\u00e7\u00e3o Social da PUC Minas. A professora era comadre de Valdir, tendo batizado sua filha. \u201cValdir entrou para a universidade para produzir conhecimento a partir da sua hist\u00f3ria de viv\u00eancia com a terra e com a comunidade. \u00c9 uma pessoa que deixou um legado muito grande&#8221;, diz a professora.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">V\u00e1rios outros amigos e ex-alunos prestaram homenagens p\u00fablicas ao professor no in\u00edcio desta semana. Soraya Fideles, jornalista do Centro de Comunica\u00e7\u00e3o (Cedecom) da UFMG que foi orientada por Valdir no mestrado, lembrou do professor por \u201csua orienta\u00e7\u00e3o marcada pelo afeto, pelo rigor cient\u00edfico com sensibilidade \u00e9tica e humildade\u201d. J\u00e1 Mirian Chrystus, professora aposentada da UFMG, colega de Valdir no Departamento de Comunica\u00e7\u00e3o Social por quase tr\u00eas d\u00e9cadas, lembrou dele como uma \u201cpessoa extremamente gentil\u201d, representante de toda uma gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cValdir de Castro Oliveira foi um grande professor, cidad\u00e3o de primeir\u00edssima linha. Um homem bom, generoso, honesto, sincero, que carregava arraigada no peito a alma do povo\u201d, registrou Paulo Roberto Saturnino Figueiredo, ex-diretor e professor aposentado da Fafich.<\/p>\n\n\n\n\n\t<figure data-size=\"small\"\n\t\tclass=\"group space-y-2 data-[size=small]:w-[21rem] sm:data-[size=medium]:w-[40rem] lg:data-[size=small]:float-left lg:data-[size=small]:mr-8 mx-auto\">\n\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"336\" height=\"445\" src=\"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/app\/uploads\/2026\/01\/requiem-336x445.jpg\" class=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] group-data-[size=small]:h-[29.75rem] sm:group-data-[size=medium]:w-[40rem] sm:group-data-[size=small]:h-[27.8125rem] lg:group-data-[size=medium]:h-[27.8125rem] group-data-[size=large]:w-full group-data-[size=large]:h-[9.875rem] md:group-data-[size=large]:h-[27.8125rem] rounded object-fill\" alt=\"Livro &#039;R\u00e9quiem para o Inhotim&#039; (All Print, 2010)\" \/>\t\t\t\t<div\n\t\t\tclass=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] px-3 pt-3 pb-6 md:px-6 group-data-[size=small]:px-3 text-neutral-300 text-xs md:text-sm\">\n\t\t\t<figcaption title=\"Livro 'R\u00e9quiem para o Inhotim', de Valdir de Castro Oliveira\" class=\"block line-clamp-4 md:line-clamp-3\">\n\t\t\t\tLivro &#8216;R\u00e9quiem para o Inhotim&#8217;, de Valdir de Castro Oliveira\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<cite\n\t\t\t\tclass=\"relative block not-italic after:absolute after:left-0 after:right-0 after:-bottom-3 after:h-px after:bg-neutral-100\">\n\t\t\t\tImagem: Reprodu\u00e7\u00e3o de capa\t\t\t<\/cite>\n\t\t<\/div>\n\t<\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cidad\u00e3o ilustre de Brumadinho<\/strong><br>Nascido em 1947 em Concei\u00e7\u00e3o de Itagu\u00e1, distrito de Brumadinho, Valdir de Castro Oliveira foi uma refer\u00eancia intelectual para a cidade e sua regi\u00e3o. L\u00e1, ao longo de toda a vida, colaborou com diversos jornais locais, muitas vezes voluntariamente. \u201cA cidade perde n\u00e3o apenas um jornalista e historiador, mas um homem \u00edntegro, de pensamento cr\u00edtico, cultura vasta e amor incondicional por sua terra natal\u201d, anotou o jornal Circuito Not\u00edcias, em editorial. Valdir atuou no peri\u00f3dico de Brumadinho como colunista e analista pol\u00edtico, contribuindo para sua consolida\u00e7\u00e3o editorial, como fez com v\u00e1rios outros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cValdir foi um intelectual de destaque, reconhecido por sua intelig\u00eancia diferenciada, s\u00f3lida forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica e, acima de tudo, pela simplicidade, humildade e generosidade com que tratava a todos. Sempre atencioso, era conselheiro, amigo leal e uma pessoa permanentemente disposta a colaborar com causas coletivas, especialmente aquelas ligadas \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria, da hist\u00f3ria e da pol\u00edtica de Brumadinho\u201d, <a href=\"https:\/\/circuitonoticias.com.br\/brumadinho-se-despede-de-valdir-de-castro-oliveira-um-de-seus-maiores-nomes-da-historia-da-cultura-e-do-jornalismo\/\">registra o peri\u00f3dico<\/a>. Essa atua\u00e7\u00e3o ficou eternizada nos livros que o jornalista publicou.<\/p>\n\n\n\n\n\t<figure data-size=\"small\"\n\t\tclass=\"group space-y-2 data-[size=small]:w-[21rem] sm:data-[size=medium]:w-[40rem] lg:data-[size=small]:float-left lg:data-[size=small]:mr-8 mx-auto\">\n\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"336\" height=\"445\" src=\"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/app\/uploads\/2026\/01\/noticias_e_narrativas-336x445.png\" class=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] group-data-[size=small]:h-[29.75rem] sm:group-data-[size=medium]:w-[40rem] sm:group-data-[size=small]:h-[27.8125rem] lg:group-data-[size=medium]:h-[27.8125rem] group-data-[size=large]:w-full group-data-[size=large]:h-[9.875rem] md:group-data-[size=large]:h-[27.8125rem] rounded object-fill\" alt=\"Capa do livro &#039;Not\u00edcias e narrativas a contrapelo sobre um lugar e um n\u00e3o-lugar: Inhotim: 1856-2013&#039;, de Valdir de Castro Oliveira\" \/>\t\t\t\t<div\n\t\t\tclass=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] px-3 pt-3 pb-6 md:px-6 group-data-[size=small]:px-3 text-neutral-300 text-xs md:text-sm\">\n\t\t\t<figcaption title=\"Livro 'Not\u00edcias e narrativas a contrapelo sobre um lugar e um n\u00e3o-lugar', de Valdir de Castro\" class=\"block line-clamp-4 md:line-clamp-3\">\n\t\t\t\tLivro &#8216;Not\u00edcias e narrativas a contrapelo sobre um lugar e um n\u00e3o-lugar&#8217;, de Valdir de Castro\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<cite\n\t\t\t\tclass=\"relative block not-italic after:absolute after:left-0 after:right-0 after:-bottom-3 after:h-px after:bg-neutral-100\">\n\t\t\t\tImagem: Reprodu\u00e7\u00e3o de capa\t\t\t<\/cite>\n\t\t<\/div>\n\t<\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Retratos da \u2018Macondo da vida real\u2019<\/strong><br>Em 2010, Valdir publicou <em>R\u00e9quiem para o Inhotim<\/em> (All Print, 2010), livro que narra poeticamente \u201ca hist\u00f3ria, a saga e o desvanecimento\u201d da comunidade rural hom\u00f4nima. Como se sabe, em 2006, foi erguido em sua regi\u00e3o o museu Inhotim, hoje um dos maiores espa\u00e7os culturais do mundo. Como consequ\u00eancia, a comunidade que vivia na regi\u00e3o \u2013 cerca de 300 pessoas, segundo o autor, numa ocupa\u00e7\u00e3o que foi de meados do s\u00e9culo 19 \u00e0 entrada do s\u00e9culo 21 \u2013 se espraiou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA hist\u00f3ria deixa o vencido esquecido nos escombros, \u00e9 sempre contada pelo vencedor\u201d, <a href=\"https:\/\/santadrops.wordpress.com\/tag\/requiem-para-inhotim\/\">lembrou o autor em uma entrevista<\/a>. \u201cInfelizmente para o museu e felizmente para a comunidade, ela me tinha como jornalista e militante\u201d, afirmou na ocasi\u00e3o. \u201cAs pessoas vinham me procurar, porque achavam que eu, como jornalista, aguentaria transpor em palavras aquela mem\u00f3ria coletiva. Fui transformando em poesias e publicando nos jornais. Isso fez com que crescesse em mim um conhecimento muito grande sobre a hist\u00f3ria e o sentimento da comunidade.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em <em>Cem anos de solid\u00e3o<\/em>, Gabriel Garc\u00eda M\u00e1rquez cria a cidade ficcional de Macondo, que em dado momento \u00e9 acometida por um vendaval que varre a cidade do mapa. Reunidas no livro, as poesias de Valdir imaginam a comunidade de Inhotim como uma esp\u00e9cie de Macondo da vida real \u2013 cidade que teve o advento do museu de arte contempor\u00e2nea como o vendaval causador de seu fim. Uma das cr\u00edticas feitas no livro \u00e9 ao modo como o museu n\u00e3o buscou preservar a mem\u00f3ria coletiva do local em que se instalou, sen\u00e3o apenas pela manuten\u00e7\u00e3o de um nome.<\/p>\n\n\n\n\n\t<figure data-size=\"small\"\n\t\tclass=\"group space-y-2 data-[size=small]:w-[21rem] sm:data-[size=medium]:w-[40rem] lg:data-[size=small]:float-left lg:data-[size=small]:mr-8 mx-auto\">\n\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"336\" height=\"445\" src=\"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/app\/uploads\/2026\/01\/paliativos-336x445.png\" class=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] group-data-[size=small]:h-[29.75rem] sm:group-data-[size=medium]:w-[40rem] sm:group-data-[size=small]:h-[27.8125rem] lg:group-data-[size=medium]:h-[27.8125rem] group-data-[size=large]:w-full group-data-[size=large]:h-[9.875rem] md:group-data-[size=large]:h-[27.8125rem] rounded object-fill\" alt=\"Capa do livro &#039;Cuidados paliativos: comunica\u00e7\u00e3o e hist\u00f3rias de vida&#039;, de Valdir de Castro Oliveira e Juliana Felipelli Bernardes\" \/>\t\t\t\t<div\n\t\t\tclass=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] px-3 pt-3 pb-6 md:px-6 group-data-[size=small]:px-3 text-neutral-300 text-xs md:text-sm\">\n\t\t\t<figcaption title=\"'Cuidados paliativos: comunica\u00e7\u00e3o e hist\u00f3rias de vida', \u00faltimo livro de Valdir de Castro Oliveira\" class=\"block line-clamp-4 md:line-clamp-3\">\n\t\t\t\t&#8216;Cuidados paliativos: comunica\u00e7\u00e3o e hist\u00f3rias de vida&#8217;, \u00faltimo livro de Valdir de Castro Oliveira\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<cite\n\t\t\t\tclass=\"relative block not-italic after:absolute after:left-0 after:right-0 after:-bottom-3 after:h-px after:bg-neutral-100\">\n\t\t\t\tImagem: Reprodu\u00e7\u00e3o de capa\t\t\t<\/cite>\n\t\t<\/div>\n\t<\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais tarde, Valdir de Castro Oliveira lan\u00e7ou os livros <em>M\u00eddias Locais: Hist\u00f3ria de Desenvolvimento de Brumadinho (1910-2013)<\/em> (2022, Prefeitura de Brumadinho) e <em><a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Not%C3%ADcias-narrativas-contrapelo-sobre-n%C3%A3o-lugar\/dp\/6525257565\/\">Not\u00edcias e narrativas a contrapelo sobre um lugar e um n\u00e3o lugar: Inhotim: 1856-2013<\/a><\/em> (Dial\u00e9tica, 2022), obras que repassam o mesmo tema do fim da comunidade local, mas agora sob perspectiva mais ensa\u00edstica. Os livros t\u00eam como objeto e ponto de partida para a reflex\u00e3o os jornais que reportaram a emerg\u00eancia do museu e o fim da comunidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A escritora e editora Leida Reis, da Liter\u00edssima Editora, tamb\u00e9m fez um obitu\u00e1rio nas redes sociais, no qual conta que Valdir chegou a tirar do prelo o livro in\u00e9dito <em>Cuidados paliativos: comunica\u00e7\u00e3o e hist\u00f3rias de vida<\/em>, em que vinha trabalhando nos \u00faltimos tempos junto \u00e0 enfermeira Juliana Felipelli Bernardes. Segundo Leida, a edi\u00e7\u00e3o da obra foi conclu\u00edda, e o autor felizmente teve tempo de receber um exemplar em casa, onde estava em tratamento. \u201cEle ficou bastante satisfeito, pois planejava h\u00e1 tempos essa publica\u00e7\u00e3o, para contar a experi\u00eancia com a hemodi\u00e1lise, falar do tratamento oncol\u00f3gico e tamb\u00e9m do rompimento da barragem em Brumadinho, onde morava\u201d, afirmou Leida. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 dispon\u00edvel, o livro ser\u00e1 uma \u00faltima oportunidade de amigos e alunos, colegas e admiradores de Valdir de Castro Oliveira conhecerem os \u00faltimos anos da hist\u00f3ria do professor, que exp\u00f5e, no livro, relatos de luta e supera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"featured_media":16114,"template":"","class_list":["post-16109","news","type-news","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/news\/16109","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/news"}],"about":[{"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/news"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/16114"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16109"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}