{"id":18034,"date":"2026-03-03T13:23:16","date_gmt":"2026-03-03T16:23:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/?post_type=news&#038;p=18034"},"modified":"2026-04-02T14:00:40","modified_gmt":"2026-04-02T17:00:40","slug":"celebracao-a-mulher-negra-radio-ufmg-educativa-veicula-leitura-de-ursula-de-maria-firmina-dos-reis","status":"publish","type":"news","link":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/comunicacao\/noticias\/arte-e-cultura\/celebracao-a-mulher-negra-radio-ufmg-educativa-veicula-leitura-de-ursula-de-maria-firmina-dos-reis\/","title":{"rendered":"Celebra\u00e7\u00e3o \u00e0 mulher negra: R\u00e1dio UFMG Educativa veicula leitura de \u2018\u00darsula\u2019, de Maria Firmina dos Reis"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n\n\t<figure data-size=\"small\"\n\t\tclass=\"group space-y-2 data-[size=small]:w-[21rem] sm:data-[size=medium]:w-[40rem] lg:data-[size=small]:float-left lg:data-[size=small]:mr-8 mx-auto\">\n\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"336\" height=\"445\" src=\"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/app\/uploads\/2026\/03\/ursula-capa-336x445.jpg\" class=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] group-data-[size=small]:h-[29.75rem] sm:group-data-[size=medium]:w-[40rem] sm:group-data-[size=small]:h-[27.8125rem] lg:group-data-[size=medium]:h-[27.8125rem] group-data-[size=large]:w-full group-data-[size=large]:h-[9.875rem] md:group-data-[size=large]:h-[27.8125rem] rounded object-fill\" alt=\"Capa do livro &#039;\u00darsula&#039;, edi\u00e7\u00e3o por Cadernos do Mundo Inteiro\" \/>\t\t\t\t<div\n\t\t\tclass=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] px-3 pt-3 pb-6 md:px-6 group-data-[size=small]:px-3 text-neutral-300 text-xs md:text-sm\">\n\t\t\t<figcaption title=\"Edi\u00e7\u00e3o de \u00darsula usada na leitura coletiva \u00e9 da Cadernos do Mundo, dispon\u00edvel gratuitamente para download\" class=\"block line-clamp-4 md:line-clamp-3\">\n\t\t\t\tEdi\u00e7\u00e3o de \u00darsula usada na leitura coletiva \u00e9 da Cadernos do Mundo, dispon\u00edvel gratuitamente para download\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<cite\n\t\t\t\tclass=\"relative block not-italic after:absolute after:left-0 after:right-0 after:-bottom-3 after:h-px after:bg-neutral-100\">\n\t\t\t\t\t\t\t<\/cite>\n\t\t<\/div>\n\t<\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de mar\u00e7o, ser\u00e1 especial na UFMG Educativa: a emissora veicula, a partir das 11h de domingo, uma leitura coletiva do livro <em>\u00darsula<\/em>, da escritora Maria Firmina dos Reis. A produ\u00e7\u00e3o especial celebra a mulher e os 20 anos da r\u00e1dio, completados em setembro de 2025, e ser\u00e1 veiculada sem intervalos na programa\u00e7\u00e3o. No dia, excepcionalmente, n\u00e3o ser\u00e1 veiculado o programa <em>Batuque na Cozinha<\/em>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como aquecimento para a leitura, o programa Universo Liter\u00e1rio leva ao ar, a partir desta ter\u00e7a-feira, 3, uma s\u00e9rie de entrevistas sobre a obra e a autora. O programa come\u00e7ou \u00e0s 8h. O primeiro convidado foi o editor, professor e poeta Eduardo Rodrigues Vianna, que falou da edi\u00e7\u00e3o de <a href=\"https:\/\/cadernosdomundointeiro.com.br\/livro-ursula.php\">\u00darsula publicada pelo projeto Cadernos do Mundo Inteiro<\/a> \u2013 editora nacional e popular, a primeira do Brasil especializada em Recursos Educacionais Abertos. Na quarta-feira, 4, a pesquisadora p\u00f3s-doutoral e professora no Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp La\u00edsa Marra de Paula Cunha Bastos aborda sua pesquisa de doutorado, defendida em 2020, no Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Letras: Estudos Liter\u00e1rios da UFMG. Intitulada <em>A narrativa de Maria Firmina dos Reis: na\u00e7\u00e3o e colonialidade<\/em>, o estudo investiga as maneiras pelas quais a narrativa da autora maranhense articula os conceitos de na\u00e7\u00e3o e colonialidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na quinta-feira, 5, a escritora, cordelista e contadora de hist\u00f3rias Madu Costa vai abordar a diferen\u00e7a da recep\u00e7\u00e3o e da leitura do livro na \u00e9poca do seu lan\u00e7amento, ao longo dos anos e atualmente. Madu atua como mediadora e coordenadora do Clube do Livro Letramento Racial, que discutiu <em>\u00darsula <\/em>e obras de outras autoras negras brasileiras. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A \u00faltima entrevista ser\u00e1 na sexta-feira, 6, com a professora Aline Alves Arruda, do Instituto Federal de Minas Gerais \u2013 Campus Betim. Doutora em Estudos Liter\u00e1rios pela UFMG, com est\u00e1gio p\u00f3s-doutoral em Literatura e Estudos da Linguagem na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), ela desenvolve projetos de ensino, pesquisa e extens\u00e3o voltados \u00e0 literatura afro-brasileira, \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de leitores e \u00e0s rela\u00e7\u00f5es entre arte, educa\u00e7\u00e3o e cultura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Vozes negras<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A obra de Maria Firmina dos Reis vai ao ar na voz de 21 mulheres negras que fazem parte das duas d\u00e9cadas de hist\u00f3ria da R\u00e1dio UFMG Educativa. Uma dessas mulheres \u00e9 a jornalista Jaiane Souza, produtora do programa Universo Liter\u00e1rio, que tamb\u00e9m dirigiu o especial. Ela explica que as mulheres que participam da leitura \u2013 que inclui pr\u00f3logo, ep\u00edlogo e 20 cap\u00edtulos \u2013 s\u00e3o ex-bolsistas, integrantes do quadro de funcion\u00e1rias do Centro de Comunica\u00e7\u00e3o (Cedecom) da UFMG, professoras e entrevistadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n\n\t<figure data-size=\"small\"\n\t\tclass=\"group space-y-2 data-[size=small]:w-[21rem] sm:data-[size=medium]:w-[40rem] lg:data-[size=small]:float-left lg:data-[size=small]:mr-8 mx-auto\">\n\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"336\" height=\"445\" src=\"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/app\/uploads\/2026\/03\/IMG_20251001_140041224_HDR-336x445.jpg\" class=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] group-data-[size=small]:h-[29.75rem] sm:group-data-[size=medium]:w-[40rem] sm:group-data-[size=small]:h-[27.8125rem] lg:group-data-[size=medium]:h-[27.8125rem] group-data-[size=large]:w-full group-data-[size=large]:h-[9.875rem] md:group-data-[size=large]:h-[27.8125rem] rounded object-fill\" alt=\"Professora Nilma Lina Gomes participa da leitura coletiva de \u00darsula na R\u00e1dio UFMG Educativa\" \/>\t\t\t\t<div\n\t\t\tclass=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] px-3 pt-3 pb-6 md:px-6 group-data-[size=small]:px-3 text-neutral-300 text-xs md:text-sm\">\n\t\t\t<figcaption title=\"Professora Nilma Lina Gomes participa da leitura coletiva de \u00darsula na R\u00e1dio UFMG Educativa\" class=\"block line-clamp-4 md:line-clamp-3\">\n\t\t\t\tProfessora Nilma Lina Gomes participa da leitura coletiva de \u00darsula na R\u00e1dio UFMG Educativa\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<cite\n\t\t\t\tclass=\"relative block not-italic after:absolute after:left-0 after:right-0 after:-bottom-3 after:h-px after:bg-neutral-100\">\n\t\t\t\t\t\t\t<\/cite>\n\t\t<\/div>\n\t<\/figure>\n\n\n\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cInicialmente foi um desafio reunir os nomes, j\u00e1 que o ambiente da universidade e do mercado de trabalho \u00e9 majoritariamente composto de pessoas brancas. Superado esse desafio inicial, foi emocionante receber cada uma das mulheres no nosso espa\u00e7o, conversar e saber um pouco mais sobre elas, suas hist\u00f3rias, percep\u00e7\u00f5es sobre o livro e sobre Maria Firmina dos Reis. Foi um trabalho de produ\u00e7\u00e3o e grava\u00e7\u00e3o minucioso, que durou alguns meses, mas acredito que tenha sido o tempo certo para que ele fosse constru\u00eddo e concretizado da forma que deveria ser\u201d, assegura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A leitura coletiva atual remete a uma das iniciativas de comemora\u00e7\u00e3o da primeira d\u00e9cada da emissora, em 2015: a leitura do cl\u00e1ssico <em>Dom Casmurro<\/em>, de Machado de Assis. \u201cDesta vez decidimos fazer a leitura de um livro escrito por uma mulher negra \u2013 possivelmente o primeiro publicado em toda a Am\u00e9rica Latina, quando isso ainda n\u00e3o era visto como uma possibilidade real. <em>\u00darsula <\/em>\u00e9 um livro considerado revolucion\u00e1rio para a sua \u00e9poca. \u00c9 uma obra abolicionista, uma vez que j\u00e1 criticava o sistema escravocrata, mesmo que indiretamente\u201d, exemplifica Jaiane Souza.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Compromisso com a pluralidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Presente em todas as fases do projeto, a produtora e diretora do especial destaca a alegria e a responsabilidade de conduzir um processo como este para celebrar as mulheres e as duas d\u00e9cadas da R\u00e1dio UFMG Educativa, emissora comprometida com uma comunica\u00e7\u00e3o p\u00fablica e democr\u00e1tica. \u201c\u00c9 de extrema relev\u00e2ncia que esse projeto tenha sido desenvolvido e executado dentro de uma r\u00e1dio educativa, como a UFMG Educativa. Isso refor\u00e7a nosso papel e nosso compromisso com a informa\u00e7\u00e3o, a reflex\u00e3o e a pluralidade de vozes em transmiss\u00e3o\u201d, garante Jaiane Souza.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A escolha por Maria Firmina dos Reis foi feita pela equipe ap\u00f3s a decis\u00e3o de promover um resgate da hist\u00f3ria da literatura feminina no Brasil, especialmente de obras escritas por mulheres negras. Uma das iniciativas da UFMG que promove esse tipo de resgate, focado na literatura afro-brasileira escrita por homens e mulheres, \u00e9 o Literafro. O professor Eduardo de Assis Duarte, que comp\u00f5e a Comiss\u00e3o Editorial Executiva do projeto, conta, em texto publicado no Portal Literafro, que <em>\u00darsula <\/em>foi publicado sem o nome da autora na capa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cComo era comum numa \u00e9poca em que as mulheres viviam submetidas a in\u00fameras limita\u00e7\u00f5es e preconceitos, Maria Firmina dos Reis omite seu nome tanto na capa quanto na folha de rosto de <em>\u00darsula<\/em>, ali consignando apenas o pseud\u00f4nimo \u2018uma maranhense\u2019. Desta forma, a aus\u00eancia do nome, aliada \u00e0 indica\u00e7\u00e3o da autoria feminina e, ainda, a proced\u00eancia da distante prov\u00edncia nordestina, juntam-se ao tratamento absolutamente inovador dado ao tema da escravid\u00e3o no contexto do patriarcado brasileiro\u201d, destaca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para Eduardo Duarte, de tal aus\u00eancia resulta \u201cuma espessa cortina de sil\u00eancio\u201d que envolve Maria Firmina dos Reis ao longo de mais de um s\u00e9culo. \u201cS\u00edlvio Romero e Jos\u00e9 Ver\u00edssimo a ignoram. E os demais expoentes de nossa historiografia liter\u00e1ria fazem o mesmo. \u00c0 exce\u00e7\u00e3o de Sacramento Blake, nenhum deles a menciona. O romance est\u00e1 ausente das p\u00e1ginas de Antonio Candido, Afr\u00e2nio Coutinho, L\u00facia Miguel Pereira, Nelson Werneck Sodr\u00e9 e Alfredo Bosi, entre outros\u201d, escreve.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Civiliza\u00e7\u00e3o e liberdade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Filha de Leonor Felipe dos Reis e Jo\u00e3o Pedro Esteves, Maria Firmina dos Reis nasceu em 11 de outubro de 1825, em S\u00e3o Luiz, capital do Maranh\u00e3o. Em 1830, mudou-se com a fam\u00edlia para a vila de S\u00e3o Jos\u00e9 de Guimar\u00e3es, onde viveu parte de sua vida na casa de uma tia materna. Aos 22 anos, come\u00e7a a atuar como professora de primeiras letras, atividade que exerce at\u00e9 se aposentar, em 1881. Maria Firmina atuou tamb\u00e9m na imprensa maranhense e, em sua produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria, escreveu e publicou romances, poesias e cr\u00f4nicas. Morreu em 11 de novembro de 1917, aos 92 anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Publicado por ela em 1859, o livro <em>\u00darsula <\/em>narra, aparentemente, uma hist\u00f3ria de amor entre a protagonista, que d\u00e1 nome \u00e0 obra, e Tancredo. Entretanto, Maria Firmina apresenta tem\u00e1ticas e prop\u00f5e discuss\u00f5es que v\u00e3o muito al\u00e9m de um mero romance: ao longo da hist\u00f3ria, a autora debate, de forma inovadora, o sequestro e tr\u00e1fico de pessoas e o processo de escraviza\u00e7\u00e3o. O perfil biogr\u00e1fico da autora no Portal Literafro destaca ainda que \u201cela traz para a nascente fic\u00e7\u00e3o brasileira a \u00c1frica como espa\u00e7o de civiliza\u00e7\u00e3o e de liberdade. [Firmina tamb\u00e9m] denuncia os traficantes europeus como \u2018b\u00e1rbaros\u2019, contrapondo-se desta forma ao pensamento hegeliano voltado para justificar a coloniza\u00e7\u00e3o escravista como empreendimento civilizat\u00f3rio. E [faz isso] bem antes de <em>Navio negreiro,<\/em> de Castro Alves\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Equipe completa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Participaram da leitura do livro as seguintes mulheres negras: Al\u00edcia Coura, Aline Assis, Camila Meira, Claudia Guarnieri, Cristina Souza, Eliane Estev\u00e3o, Estela Costa Tib\u00farcio, Jade Barbosa, Jaiane Souza, Juhlia Santos, J\u00falia Dornelas, K\u00e9ssia Teixeira de Paula, Lic\u00ednia Maria Correa, Madu Costa, Ma\u00edra Souto, Mayara Nicolau de Paula, Nilma Lino Gomes, Soraya Fideles, Val\u00e9ria Cristina de Oliveira, Viviane de Souza Alves e Yolanda Assun\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A produ\u00e7\u00e3o e a dire\u00e7\u00e3o da leitura especial de <em>\u00darsula<\/em>, de Maria Firmina dos Reis, s\u00e3o da jornalista Jaiane Souza, que tamb\u00e9m participou da edi\u00e7\u00e3o, ao lado de Clarice Oliveira, e dos trabalhos t\u00e9cnicos, junto a Breno Rodrigues, Clarice Oliveira e Cl\u00e1udia Zaz\u00e1. A supervis\u00e3o geral de produ\u00e7\u00e3o e conte\u00fado \u00e9 da jornalista Lu\u00edza Gl\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"featured_media":18039,"template":"","class_list":["post-18034","news","type-news","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/news\/18034","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/news"}],"about":[{"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/news"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18039"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18034"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}