{"id":5540,"date":"2025-02-07T15:28:00","date_gmt":"2025-02-07T18:28:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/\/?post_type=news&#038;p=5540"},"modified":"2025-12-06T09:34:16","modified_gmt":"2025-12-06T12:34:16","slug":"em-livro-pesquisador-com-formacao-na-ufmg-analisa-herois-no-cinema-brasileiro","status":"publish","type":"news","link":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/comunicacao\/noticias\/pesquisa-e-inovacao\/em-livro-pesquisador-com-formacao-na-ufmg-analisa-herois-no-cinema-brasileiro\/","title":{"rendered":"Em livro, pesquisador com forma\u00e7\u00e3o na UFMG analisa her\u00f3is no cinema brasileiro"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na obra&nbsp;<em>Carnavais, malandros e her\u00f3is<\/em>, publicada pela primeira vez em 1979 e uma das mais citadas de Roberto DaMatta, o antrop\u00f3logo, professor e escritor analisa a constitui\u00e7\u00e3o da sociedade brasileira e defende que os her\u00f3is e mitos seguem curvaturas hom\u00f3logas \u00e0s da pr\u00f3pria sociedade na qual est\u00e3o inseridos. Ele ainda estabelece tr\u00eas categorias de her\u00f3is brasileiros: o malandro, o caxias e o renunciador. Mais de 40 anos depois, essas tr\u00eas categorias s\u00e3o articuladas pelo professor e pesquisador Adriano Medeiros da Rocha em seu livro<em>&nbsp;Her\u00f3is no cinema brasileiro contempor\u00e2neo<\/em>, rec\u00e9m-lan\u00e7ado pela Editora UFMG.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Doutor em Artes\/Cinema pela UFMG e pela Universit\u00e0t Aut\u00f3noma de Barcelona (Espanha), Adriano da Rocha&nbsp;escolheu tr\u00eas filmes \u2013 e seus personagens principais \u2013 para desenvolver sua an\u00e1lise:<em>&nbsp;Lamarca<\/em>, de 1994 (Carlos Lamarca, um dos principais nomes da luta armada contra a ditadura instaurada em 1964, \u00e9 o renunciador),&nbsp;<em>Central do Brasil<\/em>, de 1998 (Dora, em interpreta\u00e7\u00e3o de Fernanda Montenegro premiada internacionalmente, \u00e9 a hero\u00edna malandra), e&nbsp;<em>Tropa de elite 2<\/em>&nbsp;(o capit\u00e3o Nascimento, da PM do Rio de Janeiro, \u00e9 o caxias).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO malandro \u00e9 visto como um ser deslocado das regras formais, que usa muita criatividade e liberdade na busca pela sobreviv\u00eancia. O oposto ao malandro, o ator das paradas militares e dos rituais de ordem, seria mais conhecido como o her\u00f3i caxias. E o terceiro tipo de her\u00f3i brasileiro \u00e9 o renunciador, que pode ser entendido como aquele que rejeita o mundo social na forma em que normalmente se apresenta\u201d, explica Adriano Rocha, que \u00e9 professor da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) e cineasta.<\/p>\n\n\n\n\n\t<figure data-size=\"small\"\n\t\tclass=\"group space-y-2 data-[size=small]:w-[21rem] sm:data-[size=medium]:w-[40rem] lg:data-[size=small]:float-left lg:data-[size=small]:mr-8 mx-auto\">\n\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"336\" height=\"445\" src=\"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/app\/uploads\/2025\/08\/ac64c28e5f1e82daa4a43834d094792d_17388623864518_211747122-336x445.jpeg\" class=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] group-data-[size=small]:h-[29.75rem] sm:group-data-[size=medium]:w-[40rem] sm:group-data-[size=small]:h-[27.8125rem] lg:group-data-[size=medium]:h-[27.8125rem] group-data-[size=large]:w-full group-data-[size=large]:h-[9.875rem] md:group-data-[size=large]:h-[27.8125rem] rounded object-fill\" alt=\"\" \/>\t\t\t\t<div\n\t\t\tclass=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] px-3 pt-3 pb-6 md:px-6 group-data-[size=small]:px-3 text-neutral-300 text-xs md:text-sm\">\n\t\t\t<figcaption title=\"Medeiros: aproxima\u00e7\u00e3o e compara\u00e7\u00e3o s\u00e3o importantes para entendimento cient\u00edfico do arqu\u00e9tipo\n\" class=\"block line-clamp-4 md:line-clamp-3\">\n\t\t\t\tMedeiros: aproxima\u00e7\u00e3o e compara\u00e7\u00e3o s\u00e3o importantes para entendimento cient\u00edfico do arqu\u00e9tipo\n\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<cite\n\t\t\t\tclass=\"relative block not-italic after:absolute after:left-0 after:right-0 after:-bottom-3 after:h-px after:bg-neutral-100\">\n\t\t\t\tFoto: acervo pessoal\t\t\t<\/cite>\n\t\t<\/div>\n\t<\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antes de abordar o cinema brasileiro, sobretudo aquele feito no per\u00edodo da chamada retomada, iniciada na d\u00e9cada de 1990, o autor passa por Hollywood e a constru\u00e7\u00e3o de seus her\u00f3is. E o que muda quando ele chega ao cinema nacional?&nbsp;\u201cMuda tudo\u201d, sentencia Adriano Rocha. Segundo ele, Hollywood ainda \u00e9 o espa\u00e7o dos&nbsp;processos industriais e de&nbsp;uma l\u00f3gica de constru\u00e7\u00e3o comandada pelo produtor, que, quase sempre, tem foco na difus\u00e3o mundial do produto. \u201cNosso cinema sempre foi, e ainda \u00e9, mais resistente, alternativo e, muitas vezes, experimental. Mesmo quando buscamos o mercado externo, utilizamos m\u00e9todos criativos e constitutivos diferenciais. No caso do arqu\u00e9tipo do her\u00f3i, isso tamb\u00e9m fica bastante evidente\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>No cinema e na mitologia<br><\/strong>Adriano Medeiros&nbsp;ressalta que todo her\u00f3i foi inventado, sempre de acordo com as vontades e interesses de uma \u00e9poca ou sociedade. Na investiga\u00e7\u00e3o que deu origem ao livro, ele come\u00e7ou por identificar caracter\u00edsticas que remeteriam \u00e0 delimita\u00e7\u00e3o do arqu\u00e9tipo do her\u00f3i, \u201cque tem registros muito curiosos e potentes na mitologia\u201d. \u201cNesse caso, \u00e9 preciso, com base cient\u00edfica, fazer as devidas indaga\u00e7\u00f5es acerca da subjetividade de um dado per\u00edodo. Her\u00f3is de muitas obras cinematogr\u00e1ficas contempor\u00e2neas t\u00eam caracter\u00edsticas que tocam, se aproximam ou se misturam \u00e0s de protagonistas mitol\u00f3gicos. A aproxima\u00e7\u00e3o e a compara\u00e7\u00e3o s\u00e3o importantes para o entendimento cient\u00edfico do arqu\u00e9tipo\u201d, discorre o pesquisador.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda de acordo com Adriano, \u00e9 preciso compreender o sistema de personagens e her\u00f3is da mesma maneira que o sistema de ritos e dramas sociais, ou seja, como um mecanismo complexo e mut\u00e1vel. Por isso, o caxias, o malandro e o renunciador n\u00e3o s\u00e3o tipos est\u00e1ticos, cada deles cobre uma \u00e1rea ampla, e eles mant\u00eam entre si rela\u00e7\u00f5es de transforma\u00e7\u00e3o. \u201cNo lugar das regras, cabem tamb\u00e9m, al\u00e9m do caxias, o quadrado e o ot\u00e1rio. No caso do malandro, a malandragem socialmente reconhecida e at\u00e9 aprovada como uma esp\u00e9cie de esperteza para a sobreviv\u00eancia at\u00e9 atos expl\u00edcitos de desonestidade. Os her\u00f3is renunciadores, por sua vez, estariam numa posi\u00e7\u00e3o extrema, apontando para a ren\u00fancia das coisas do mundo e explicitando as contradi\u00e7\u00f5es entre hierarquia e individualismo.\u201d<\/p>\n\n\n\n\n\t<figure data-size=\"medium\"\n\t\tclass=\"group space-y-2 data-[size=small]:w-[21rem] sm:data-[size=medium]:w-[40rem] lg:data-[size=small]:float-left lg:data-[size=small]:mr-8 mx-auto\">\n\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"445\" src=\"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/app\/uploads\/2025\/08\/b6fb78f3db106b8951716206074b53a0_17388624384488_1098529035-640x445.jpg\" class=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] group-data-[size=small]:h-[29.75rem] sm:group-data-[size=medium]:w-[40rem] sm:group-data-[size=small]:h-[27.8125rem] lg:group-data-[size=medium]:h-[27.8125rem] group-data-[size=large]:w-full group-data-[size=large]:h-[9.875rem] md:group-data-[size=large]:h-[27.8125rem] rounded object-fill\" alt=\"\" \/>\t\t\t\t<div\n\t\t\tclass=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] px-3 pt-3 pb-6 md:px-6 group-data-[size=small]:px-3 text-neutral-300 text-xs md:text-sm\">\n\t\t\t<figcaption title=\"'Central do Brasil': Fernanda Montenegro \u00e9 Dora, a hero\u00edna malandra\n\" class=\"block line-clamp-4 md:line-clamp-3\">\n\t\t\t\t&#8216;Central do Brasil&#8217;: Fernanda Montenegro \u00e9 Dora, a hero\u00edna malandra\n\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<cite\n\t\t\t\tclass=\"relative block not-italic after:absolute after:left-0 after:right-0 after:-bottom-3 after:h-px after:bg-neutral-100\">\n\t\t\t\tFoto: divulga\u00e7\u00e3o\t\t\t<\/cite>\n\t\t<\/div>\n\t<\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Jornadas em 12 est\u00e1gios<br><\/strong>Joseph Campbell e Christopher Vogler s\u00e3o autores que dedicaram anos ao estudo do her\u00f3i. Segundo Adriano Medeiros, os 12 est\u00e1gios da jornada do her\u00f3i apontados por Vogler \u2013 mundo comum, chamado \u00e0 aventura, recusa do chamado, encontro com o mentor, travessia do primeiro limiar, testes, aliados e inimigos, aproxima\u00e7\u00e3o da caverna oculta, prova\u00e7\u00e3o, recompensa, caminho de volta, ressurrei\u00e7\u00e3o e retorno com o elixir \u2013 ajudaram a balizar as an\u00e1lises f\u00edlmicas e as reflex\u00f5es sobre os her\u00f3is propostas pelo autor. Ao escrever sobre cada um de seus protagonistas \u2013 Lamarca, Dora e o capit\u00e3o Nascimento \u2013, Adriano localiza em suas trajet\u00f3rias os 12 est\u00e1gios da jornada do her\u00f3i.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Adriano tamb\u00e9m levou em conta instrumentos elaborados por Jacques Aumont e Michel Marie. O estudo de caso utiliza instrumentos de tr\u00eas categorias: os descritivos, os citacionais e os documentais. No que diz respeito aos instrumentos de descri\u00e7\u00e3o, ele&nbsp;optou por lan\u00e7ar m\u00e3o da decomposi\u00e7\u00e3o plano a plano apenas em cenas ou sequ\u00eancias consideradas vitais para o entendimento da participa\u00e7\u00e3o do her\u00f3i nas narrativas. O pesquisador&nbsp;procurou observar a dura\u00e7\u00e3o dos planos, sua composi\u00e7\u00e3o, os movimentos \u2013 da c\u00e2mera e dos personagens e objetos em cena \u2013, a banda sonora, a montagem e as rela\u00e7\u00f5es entre imagem e som. \u201cDepois da separa\u00e7\u00e3o dos trechos, foi poss\u00edvel descrever imagens dos filmes, transpondo seus elementos de informa\u00e7\u00e3o e significa\u00e7\u00e3o para a linguagem verbal (escrita)\u201d, ele esclarece.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O pesquisador recorreu aos instrumentos citacionais para analisar fotogramas, cenas e sequ\u00eancias, considerando o poder e a responsabilidade de pausar uma imagem na narrativa cinematogr\u00e1fica. O foco nos fotogramas eleitos como t\u00edpicos possibilitou o&nbsp; estudo visualmente mais aprofundado de par\u00e2metros formais como composi\u00e7\u00e3o, profundidade de campo, ilumina\u00e7\u00e3o e \u00e2ngulos. Por fim, a parte dos instrumentos documentais possibilitou a inclus\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es exteriores ao filme \u2013 e o leitor encontra, ent\u00e3o, reportagens e dados diversos, como os de renda e p\u00fablico alcan\u00e7ados pelo longas-metragens.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cTamb\u00e9m elaborei perguntas sobre cada uma das etapas da jornada do her\u00f3i e formul\u00e1rios-modelos que estabelecem as principais quest\u00f5es tratadas em cada uma das obras\u201d, diz Adriano Medeiros. \u201cEm conjunto com o olhar minucioso sobre a trajet\u00f3ria de aventuras do her\u00f3i, a pesquisa remontou o perfil dos personagens protagonistas, observando suas principais caracter\u00edsticas f\u00edsicas, sociais e psicol\u00f3gicas, assim como as do meio no qual o her\u00f3i prop\u00f5e a a\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Identidade singular<br><\/strong>Adriano Medeiros da Rocha tra\u00e7a um percurso singular ao explorar o arqu\u00e9tipo do her\u00f3i no cinema nacional, conectando o conceito universal da jornada do her\u00f3i a aspectos da identidade cultural brasileira. De acordo com texto de divulga\u00e7\u00e3o da obra, ele dialoga com pensadores como S\u00e9rgio Buarque de Holanda, Darcy Ribeiro e Capistrano de Abreu \u201cpara contextualizar a identidade brasileira no imagin\u00e1rio cinematogr\u00e1fico. Assim, ele n\u00e3o apenas analisa filmes, mas tamb\u00e9m revela como o cinema brasileiro reflete e contribui para a forma\u00e7\u00e3o de uma identidade nacional singular\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO cinema \u00e9 produzido atrav\u00e9s de uma vis\u00e3o, que tamb\u00e9m \u00e9 parte de uma sociedade. As constru\u00e7\u00f5es geradas pelos filmes criam a identidade do grupo ali representado, e, dessa forma, os filmes produzem sentidos sobre as na\u00e7\u00f5es e constroem identidades\u201d, conclui o autor de&nbsp;<em>Her\u00f3is no cinema brasileiro<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No pref\u00e1cio do volume, o cineasta Helv\u00e9cio Ratton, diretor de&nbsp;<em>Menino Maluquinho \u2013 o filme&nbsp;<\/em>(1995) e&nbsp;<em>Batismo de sangue&nbsp;<\/em>(2006), entre v\u00e1rios outros, corrobora: \u201cFilmes constroem identidades, e a produ\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica tem papel importante no nosso imagin\u00e1rio e na pr\u00f3pria ideia que o brasileiro tem de si mesmo. A partir desse ponto de vista \u00e9 que podemos entender a import\u00e2ncia estrat\u00e9gica do cinema na afirma\u00e7\u00e3o da identidade de um pa\u00eds e de seu povo. Por essa e outras raz\u00f5es, o Estados modernos investem de forma significativa em seu cinema. \u00c9 o que tem feito o Brasil nesses \u00faltimos anos, desde a segunda metade dos anos 1990.\u201d<\/p>\n\n\n\n\n\t<figure data-size=\"medium\"\n\t\tclass=\"group space-y-2 data-[size=small]:w-[21rem] sm:data-[size=medium]:w-[40rem] lg:data-[size=small]:float-left lg:data-[size=small]:mr-8 mx-auto\">\n\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"445\" src=\"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/app\/uploads\/2025\/08\/bbf58015e9c8c405bd482d3d1321a91d_17388624834019_1071515316-640x445.jpg\" class=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] group-data-[size=small]:h-[29.75rem] sm:group-data-[size=medium]:w-[40rem] sm:group-data-[size=small]:h-[27.8125rem] lg:group-data-[size=medium]:h-[27.8125rem] group-data-[size=large]:w-full group-data-[size=large]:h-[9.875rem] md:group-data-[size=large]:h-[27.8125rem] rounded object-fill\" alt=\"\" \/>\t\t\t\t<div\n\t\t\tclass=\"group-data-[size=small]:w-[21rem] px-3 pt-3 pb-6 md:px-6 group-data-[size=small]:px-3 text-neutral-300 text-xs md:text-sm\">\n\t\t\t<figcaption title=\"'Tropa de elite 2': Wagner Moura \u00e9 o capit\u00e3o Nascimento, o her\u00f3i caxias\n\" class=\"block line-clamp-4 md:line-clamp-3\">\n\t\t\t\t&#8216;Tropa de elite 2&#8217;: Wagner Moura \u00e9 o capit\u00e3o Nascimento, o her\u00f3i caxias\n\t\t\t<\/figcaption>\n\t\t\t<cite\n\t\t\t\tclass=\"relative block not-italic after:absolute after:left-0 after:right-0 after:-bottom-3 after:h-px after:bg-neutral-100\">\n\t\t\t\tFoto: divulga\u00e7\u00e3o\t\t\t<\/cite>\n\t\t<\/div>\n\t<\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Livro:\u00a0<em>O her\u00f3i no cinema brasileiro contempor\u00e2neo<\/em><br>Autor: Adriano Medeiros da Rocha<br>Editora UFMG<br>406\u00a0p\u00e1ginas |\u00a0<a href=\"https:\/\/www.editoraufmg.com.br\/#\/pages\/obra\/1043\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">R$ 88 (no site da editora)<\/a><\/p>\n","protected":false},"featured_media":5541,"template":"","class_list":["post-5540","news","type-news","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/news\/5540","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/news"}],"about":[{"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/news"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5541"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/150.164.63.212:9000\/portal-novo-test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5540"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}